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Jean Garfunkel celebra 45 anos de música e poesia com o álbum “Ninguém é Um Só”

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Jean Garfunkel celebra 45 anos de música e poesia com o álbum "Ninguém é Um Só"
Agnaldo Papa
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O poeta, instrumentista, compositor e intérprete Jean Garfunkel  lançou seu mais novo trabalho: “Ninguém é Um Só”, disponível nas principais plataformas de streaming. Mais do que um disco, a obra é uma celebração antológica de 45 anos de uma carreira intrinsecamente comprometida com a qualidade da canção brasileira. O álbum marca o mais recente passo de um artista que, ao longo de mais de quatro décadas, nunca deixou de renovar seu diálogo com a música brasileira.

Artista multifacetado

Reconhecido como um artista inquieto e multifacetado, Jean Garfunkel consolidou seu nome na MPB ainda na década de 1980, quando seu samba ‘Calcanhar de Aquiles’ — parceria com o irmão Paulo Garfunkel — foi eternizado na voz de Elis Regina. Desde então, o compositor acumulou um catálogo de respeito, com canções gravadas por nomes como Renato Braz, Zizi Possi, Margareth Menezes, Pena Branca e Xavantinho, Kátya Teixeira e Maria Rita.

Um retrato antológico

Com seis discos e três livros de poemas lançados, Jean apresenta em “Ninguém é Um Só” uma síntese de seu cancioneiro. O álbum reflete a maturidade de um artista que transita com naturalidade entre a música e a literatura, reafirmando seu compromisso com a artesania da canção.                            

Repertório do álbum

O álbum “Ninguém é Um Só” traz canções como: Avenida São João / Flor do Trovão / Lugar Nenhum / Linda Inezita / Mazzaropi / Afufe o fole / Passarinheiro / Ninguém é um só / Calcanhar de Aquiles / Confie em si / Tortura Chinesa / Não vale a pena / Por toda a vida e Cruzeiro do Sul.

Fomento

A gravação e os shows de “Ninguém é Um Só” foram contemplados pelo Edital ProAC nº 20/2024 – Projetos Culturais para Pessoas 60+ na Indústria Criativa, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura – Governo Federal.

O show: atmosfera íntima e telúrica

Nos shows de pré-lançamentos, realizados dias 22/05 em São Sebastião; dia 23 no Zona Franca, em São Paulo e dia 27/05, em Botucatu, o público foi conduzido por uma atmosfera íntima e telúrica. Jean Garfunkel assume o violão e a voz, entremeando as canções do novo álbum e temas inéditos com intervenções poéticas de sua autoria. A sonoridade é enriquecida pela presença de multi-instrumentistas, que alternam flauta, bandolim, viola caipira e rabeca — criando uma tapeçaria sonora que une o urbano ao regional.

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